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29 de jun. de 2012

Por dentro do atelier de uma estilista


Você tem curiosidade de conhecer o atelier de uma grande estilista? Clique no link abaixo e conheça um pouco de Lethicia Bronstein Pompeu que desenha vestidos de noiva e de alta costura para mulheres que buscam looks exclusivos que se tornam verdadeiros objetos de desejo.


Abaixo algumas de suas clientes em seus maravilhosos vestidos:






Como puderam notar as criações de Lethicía são lindíssimas. Se o dia do casamento já é um momento feliz imagine dentro de um vestido assinado por essa estilista talentosa e maravilhosa!


20 de jun. de 2012

Salvatore Ferragamo



Natural de Bonito, na Itália, o designer Salvatore Ferragamo mostrou seu talento para criar sapatos aos 14 anos. Dois ano depois, em 1923, ele se mudou para Hollywood e fisgou divas como Greta Garbo, que encomendava calçados para passeios a pé, como a confortável sandália salto anabela. 




O solado anabela foi criado pela grife homônima e ganhou fama ao calçar divas de cinema nos anos 1930 e ainda hoje atrai mulheres poderosas, que buscam roupas e acessórios com acabamento perfeito.









Em 1927, Ferragamo retornou à Itália, mas continuou atendendo as estrelas da época, como Carmem Miranda e Ava Gardner. Foi somente em 1965 que a marca investiu na sua primeira coleção de roupas, assinadas por Fiamma Ferragamo, filha mais velha do estilista, morto em 1960. As peças mantêm o estilo sensual que valoriza a feminilidade da mulher, mas agregando imponência ao visual. Desde a morte do estilista a marca é administrada por seus filhos e netos. Sempre com visual glamouroso, ela ganhou ares modernos ao longo das décadas.












A estilista Cristina Ortiz é responsável pela marca desde 2007 e agregou ainda mais estilo à alfaiataria feminina.





Casacos longos com referência militar, saias lápis de cintura alta e cores sóbrias foram os destaques da coleção de inverno 2012 da grife.  



Matéria: Manequim Junho2012

22 de abr. de 2010

Zuzu Angel (parte III)

Zuzu também se insubordinou contra a colonização cultural que tornava, na época, o modo de vestir brasileiro uma mera cópia dos modelos lançados em Paris. Nas palavras de Heloísa Lustrosa - diretora do Museu nacional de Belas-Artes, no Rio de Janeiro: " Zuzu fez sozinha uma semana de 22 na moda". Heloísa, gosta de comparar Zuzu com suas tesouras, linhas e agulhas revolucionárias, aos não menos revolucionários pincéis, tintas e telas de Tarsila do Amaral. Ambas tinham um forte sentido de brasilidade. Na obra da célebre pintora, ativa participante da Semana de Arte Moderna realizada em São Paulo no ano de 1922, que revolucionou os conceitos artísticos nacionais. Poderá saber uma pouco mais sobre a vida e o sofrimento de Zuzu Angel no filme que leva seu próprio nome, com Patricia Pilar a interpretando e Daniel Oliveira como Stuart, seu filho morto na época da ditadura.

11 de abr. de 2010

Zuzu Angel (parte II)


A figura dos anjinhos, crucifixos e dos tanques de guerra foram a metáfora que encontrou para simbolizar, em seu trabalho, a história de seu filho, além de representar seu nome: Zuzu Angel. Seu filho Stuart Angel, foi ativista político torturado e morto pela ditadura militar na década de 70, apesar disto foi uma mulher antes de mais nada alegre. Sua moda mostrou faixas de luto, porém sempre atravessada pelo seu olhar singelo. Em 1970 conquistou espaço internacional, Lampiões, Marias-bonitas e mulheres rendeiras ocupavam vitrines da loja de departamento Berhgdorf Goodman, em Nova York. Em 15 de Novembro de 1970, a jornalista Bernadine Morris abriu espaço e aspas em sua reportagem publicada no NEW YORK TIMES para as lúcidas declarações de uma criadora de moda que vivia à frente do seu tempo: "No meu país, eles acham que a moda é frivolidade, futilidade. Eu tento lhes dizer que moda é comunicação, além de garantir emprego para muita gente.", afirmação que permanece atual.

16 de mar. de 2010

Zuzu Angel (parte I)

Nascida em 1921 em Curvelo - Minas Gerais. Em 1947, foi para o Rio de Janeiro, onde morou até até 1976, ano de sua morte. Começou a trabalhar profissionalmente como costureira nos anos 50. Nos anos 70 abriu sua loja em Ipanema, fazendo desfiles de sucesso no exterior. Foi pioneira, entrando no mercado norte-americano na época em que o conceito da moda americana estava voltada à cultura européia. Zuzu, começou a divulgação de sua marca, colocando-a, pela primeira vez, externamente na roupa. Queria vestir a mulher da rua, aquela do ponto de ônibus, a que voltava do supermercado, seu desejo era vestir pessoas em grande escala, que não tinham recursos para frequentar um ateliê. Fazia uma moda brasileira com materiais brasileiros, com uma linguagem pessoal, e usando cores tropicais. Tornou-se a primeira a usar a renda de casimira. Misturou renda de algodão com seda pura, usou chita com temas regionalistas e folclóricos. Trouxe também para a moda as pedras brasileiras, fragmentos de bambu, de madeira e de conchas. Assim, ela incorporou em sua moda e sua época, com muita originalidade, a ecologia e a brasilidade.

12 de mar. de 2010

Coco Chanel


Preocupada em proporcionar conforto e movimento à silhueta feminina, Chanel fez do tailleur o mais popular dos clássicos na década de 30, e o sinônimo absoluto de bom gosto e classe nos anos 50 e 60. Com os mais diferentes tipos de mulheres - de Lady Di a Madonna - os anos 80 homenagearam a feminilidade do tailleur Chanel. O eterno conjunto passou a ser interpretado pelo estilista alemão Karl Lagerfeld, que desde 1983 desenha para a Maison Chanel. E, mesmo inovando nas formas, preserva o conceito inicial nas suas coleções mais atuais.